Parece amadurecer estarmos venezuelando

Bem, conforme as falcatruas vão sendo expostas, a tensão vai aumentando. Os bandidos se agarram como podem nos cargos, políticos se escondem esperando sua vez de ficar sob as luzes do crime e outros se atracam em fazer reuniões conjuntas para discutirem, com seus advogados é lógico, uma maneira de sair da enrascada que se meteram. 

Do lado de fora, as vespas canhotas e oportunistas saem às ruas empunhando o único instrumento que já empunharam em vida: bandeiras, paus e pedras, para esganiçar, não por um ideal mais digno, mas principalmente porque viram perder suas contribuições que alimentavam uma elite perniciosa e criminosa.

E lá vão bandeiras das mesmas Centrais, dos mesmos Sindicatos, dos mesmos Movimentos Sociais, das CUTs, das CGTs, dos MSTs, dos movimentos dos sem emprego, dos sem casa, dos sem cartão de crédito, dos sem crédito, dos sem suor, dos sem caráter, das associações de aves de rapina, da gavionada, dos urubus que se alimentavam da podridão ideológica e agora sentem os fundos perigosamente sumirem. Esta mesma raça deu sustentabilidade às falcatruas, porque eram falcatruas de Esquerda. E de Esquerda podia.

É só sair à rua, que se espalham como vermes as mesmas pessoas que vêm sugando o bolso do cidadão há anos, gente que morre de câncer ao ter contato com a sudorese, gente que grita esganiçadamente e coloca fogo em pneus, portas, escritórios, brandindo fanaticamente suas bandeiras rubras de foices, martelos e mensalidades sindicais gordas, como se tivessem o direito de estar ali. Os urubus deixam de voar em círculos para provocar caos, numa clara e estratégica ação de venezualizar o Brasil.

O exército de hipócritas que “trabalhou” arduamente durante anos para ajudar a institucionalizar o crime ideológico agora arrota indignação pelas ruas e é o único segmento que não tem o direito de fazê-lo. Trabalhadores o têm, cidadãos o têm, quem produz riqueza o têm. Hienas, chacais, serpentes, parasitas, provocadores, cínicos, oportunistas, soldadinhos de exércitos de alcova, bandas podres da sociedade não poderiam estar nas ruas exigindo nada. Quem paga é que deveria estar lá.

Não sei se me enojo mais com o exército de bandidos que invadiu nossa sociedade e tomou de assalto a gestão nacional, ou desta corja de pelegos perniciosos que infesta os movimentos sociais. Destes ácaros que passaram as duas últimas décadas, misturados ao leito do brasileiro ajudando a anestesiar a verdadeira e honrada luta. Hoje, mudaram geneticamente, ao invés de ácaros gordos e flácidos viraram leões, mas leões vesgos, leões de passeatas.

Agora, estamos aí, perdidos, porque estupidamente permitimos que um modelo que, por onde passou, destruiu país por país, fosse nosso cajado e nosso líder. Não são os chacais os culpados, a culpada é a grande e imensa manada que pastou alheia na ravina, achando que produzir riqueza era tão somente coisa para burguês assassino de pobres.

Sim, vamos reiniciar o Brasil, mas convido a todos a fazer como o exército sírio, que está caçando um a um os fanáticos do Estado Islâmico que largam as armas e se vestem de mulher para fugir no meio da multidão. Não esqueçamos dos chacais e dos urubus que se lambuzaram com os cadáveres espalhados pelo chão durante anos. Eles são mais perigosos do que os políticos bandidos, porque se alimentam deles e da gente.

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