O TSE consome R$ 5,4 milhões por dia dos brasileiros

Para jogar a Justiça brasileira na lama, para defecar sobre a ética, para deturpar a moral, para retorcer os conceitos que fazem parte da genética social nacional, para fazer o país passar vergonha diante da opinião mundial, para dar sobrevida à corrupção, para tirar sarro da dignidade, o Supremo Tribunal Eleitoral custa ao brasileiro, R$ 5,4 milhões por dia.

Esses são os números que os ministros e seus familiares e os funcionários e familiares dragam do bolso do contribuinte. E é o mesmo tribunal que vem há anos se escondendo da opinião pública e sufocando as contas espúrias do crime organizado eleitoral. É o mesmo tribunal que transformou uma chapa eleitoral bandida formada por PMDB e PT em genuína e apta a comandar um país de R$ 200 milhões de almas.

Aliás, Justiça Eleitoral é uma instância típica de paizinho de merda, de republiqueta de fundo de quintal. E talvez seja isso mesmo que somos: um arremedo de nação que sustenta um serviço público que beira o terrorismo. No Brasil, o serviço público virou uma espécie de tirania, que obriga a população covarde a produzir riqueza para sustentar verdadeiras hordas de marajás e gerações de familiares.

De acordo com o Diário Oficial, o presidente Michel Temer, agradeceu Gilmar Mendes com a nomeação,  na terça-feira (6) de um primo do ministro, para a diretoria da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). É a famosa comercialização de cargos, uma digital da gestão pública tupiniquim.

E é o serviço público que destruiu os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, largando no colo do contribuinte uma batata quente.

Eu paro para relembrar os nove capa preta do TSE, me atenho às asneiras que eles discorreram durante o julgamento deste atual governo e as minhas entranhas se retorcem de ira. E não tenho dúvida que eles possam ter festejado numa lauda refeição regada a vinhos caríssimos para comemorar uma decisão arrogante, perniciosa e criminosa.

Mas o que fará a população? Como reagirão os brasileiros. Um tribunal que condena uma presidenta com a cassação do mandato e deixa livre seu vice, para que continue a obra, mesmo estando tão intimamente ligado ao crime organizado, é no mínimo cúmplice de algo ruim. Como continuar sustentando e permitindo a sobrevivência do STE?

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