Os nove primeiros anos como presidiário

Finalmente, a Lei conseguiu colocar as mãos em Luiz Inácio Lula da Silva. Após anos se especializando em manter-se à salvo, anos se protegendo dentro das inúmeras oportunidades que a Justiça nacional proporciona ao indivíduo saiu a primeira sentença condenatória ao ex-presidente Lula. Foram exatamente nove anos e seis meses de prisão em regime fechado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Mas, porque aqui é Brasil, ainda não será desta vez que as pessoas de bem verão o verdugo sindical, o mafioso espertalhão, o expert em comandar quadrilhas de bandidos do colarinho branco na prisão. Porque aqui é Brasil, uma nação-bandida, um país-falso, somos mesmo uma conta fantasma num banco qualquer da vida mundial.

Defendido até as últimas consequências pelas suas prostitutas, o cafetão do agreste, como condenado ainda permanece gozando das delícias da liberdade. Porque somos Brasil, porque somos escravos da ideologia do medo, implantada nos últimos anos para ser paraíso de calhordas. O Prostíbulo verde-amarelo da ética evoluiu de maneira perfeitamente natural para sermos o que nunca deixamos de ser: o Quinto dos Infernos. Nossa vocação para sermos o paraíso de ladrões e criminosos de todos os naipes foi maior do que nossa capacidade em resistir ao Mal.

Lula vai recorrer em liberdade, como prêmio ao crime, como criança que enfia a mão na cara da mãe, porque ela não pode comprar um pacote de bolacha recheada no supermercado. E é isso que os pais estão mesmo educando para presentear a nação, Lulas. Crianças sem limites, jovens sem esperança, adultos desnorteados.

Mesmo sendo a primeira vez que um ex-presidente é condenado criminalmente, sobra aquele gosto amargo de se sentir traído pela lei brasileira, sobra aquela sensação de ver o Mal triunfar sobre a moralidade, sobre a decência. Moro, um refém da ideologia do medo, optou por permitir ao maior chefe do crime organizado da modernidade planetária, permanecer recorrendo dentro das armadilhas de um código penal pérfido.

Sob qual argumento podemos ainda manter preso o líder da organização criminosa Primeiro Comando da Capital – PCC? Sob qual argumento podemos ainda manter preso Fernando Beira-Mar, líder do narcotráfico na América do Sul?

Esse é o Brasil pós Esquerda. Esta é a Pátria Educadora que os adultos vão entregar às crianças e jovens. Esse é o tal Celeiro do Mundo que as ideologias podres de Direita e Esquerda entregaram como herança ao futuro do planeta.

Em pleno século 21 somos tão somente o que éramos lá em 1500, o Quinto dos Infernos: um lugar para desterrar criminosos, bandidos de toda espécie. Milhares de negros, índios e colonos morreram por nada, por uma Republiqueta de Aloprados. É lamentável! Lula é Deus, Lula é Alá, Lula é Shiva, Lula é o Criador, Lula é o Começo, o Início e o Meio. Que merda somos, afinal?

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