É impressionante que turista ainda vá ao Rio de Janeiro

O que explica esta fissura do turista estrangeiro pelo Rio de Janeiro? O Rio é a Damasco da América Latina há muito tempo, uma cidade sem lei, onde morador de favela e morros em geral odeiam policiais a ponto preparar armadilhas para os agentes de segurança, enquanto a bandidagem foge de casa em casa com o auxilio luxuoso de uma população cooptada, um população convertida para a ética do crime. Adultos e crianças já contaminados pelo ódio que se tornou cultural.

E os turistas teimosos insistem em conhecer a ex-cidade maravilhosa, arriscando seus bolsos e bolsas nas praias e cercanias e suas vidas quando erram o itinerário e vão parar na entrada de um morro qualquer.

Morro não é feito para gente que presta, morro, no Rio de Janeiro é Falluja, Caracas, Ankara, Cidade do México, Tijuana, Palmira, Juárez, Chihuaua, Atlanta, St. Louis, Cali, La Paz, Cidade do Cabo, Laredo,  quase todas as de Honduras, qualquer buraco da Coréia do Norte…

O que falta para que os turistas estrangeiros não sejam enganados pela propaganda fraudulenta que o Rio de Janeiro paga nos meios de comunicação? Como é que o sujeito deixa o seu país, vem para o Rio e morre apenas porque errou o caminho? E continuam vindo assim mesmo? O Brasil que presta está no interior e não nesta armadilha chamada Cidade Maravilhosa, que de maravilhosa, só tem a facilidade para colocar a vida do turista em perigo?

O Rio é uma fraude há dezenas de anos, o Rio é um paraíso tomado por satã e a corrupçao, é um buraco com minhas enterradas e e coberto com grama e flores.

Mas as pessoas insistem em colocar suas vidas e de seus familiares em perigo ao fazerem a aventura de conhecer o paraíso do inferno, que só está esperando os incautos para assaltar, violentar, sequestrar ou somente entregar para a raça do demônio dos morros cariocas que, como Judas, abraça, beijam e depois chamam os pretorianos das gangues do narcotráfico para se saciarem das vítimas que somem paras sempre.

A verdade sobre o Rio é que é uma praça de guerra eterna, disfarçada pela propaganda mentirosa e por eventos esportivos fraudulentos. O Brasil que presta está no interior, no meio das pessoas que são os verdadeiros nativos desta pátria, as pessoas que produzem riqueza não que as consomem como o carioca faz há milênios.

O Rio tem dono, exército próprio, armas próprias que são entregues via Paraguai com o auxílio luxuoso da Polícia Rodoviária Federal, que passa seu tempo precioso, focado em multar quem passa a 65 km por hora onde era 60.

Ir ao Rio é dar uma volta até o inferno, rezando para que o Satã esteja de férias e tenha levado junto seus políticos de alcova.

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