O boliche satânico e os analistas covardes

A Europa sofreu outro atentado, agora foi a Espanha a sorteada nas reuniões dos jihadistas que, logicamente, antes de fazerem a nova escolha leram o Alcorão, rezaram em voz alta, se agacharam diante do seu Deus pedindo inspiração para matar desconhecidos numa rua qualquer de um país qualquer, e, por isso, se sentiram mais perto de Alá, um Deus que conforta e acolhe terroristas como soldados divinos.

 

Como é do conhecimento geral, uma frase era cantada alucinadamente enquanto corpos eram arrastados e esmagados contra o chão duro por motoristas tapados de fúria celeste: “Alá seja louvado”! “Allahu akbar”! Qual é a religião do planeta que usa uma louvação a Deus enquanto estraçalha inocentes sem uma causa emocional plausível ética, sabendo de antemão que é apoiada pelo seu Deus?

Me incomoda sobremaneira essa remissão que os analistas fazem livrando a cara da religião por trás do caos. A vontade de ser aplaudido, o desejo de dar opinião mas não se comprometer com ela é visível. E nunca se resolve nada, os anos passam, os acontecimentos se repetem mas o tabu permanece sem nunca ser investigado. Por covardia! Os analistas daqui se sentem um possível Salman Rushdie, escritor condenado por ter uma ideia diferente de Maomé e ousar proferi-la.

Alá e sua espiritualidade baseada no medo continua a dar sustentabilidade ao ignóbil, ao ódio seletivo, à fúria descalibrada, mas nossos comentaristas sociais fogem espertamente da responsabilidade de transformar pela ousadia também. E lá vem o intelectual brasileiro safando a religião e separando joio do trigo, porque não ousa confundi-los para estudá-los melhor. Tudo é ação política? Ora, não me façam rir. Existe sim o espírito de Alá por trás das ações de seus crentes e eles são os primeiros a dizerem isso.

Mas se o espírito de Alá está por trás, então vamos estudar tal espírito e isso significa contrapô-lo, criticá-lo, investigá-lo, separá-lo do dogma. Porém, ir a fundo, procurar entender como o Islã dá suporte espiritual ao caos, desde que este caos seja do interesse do tabu, isso nunca acontece. Será que é tão difícil assim chegar à conclusão que há sim algo podre por dentro do Islamismo? Há sim agendas e fraquezas que permeiam o ensinamento doutrinário de Maomé.

Os nossos analistas de TV e mídia em geral, imediatamente ao fato, já eram os primeiros a separar o ataque em Barcelona da religião muçulmana. E isso, no Brasil, virou clássico, virou obviedade. E você se pergunta por quê?

Porque é o caminho mais fácil, mais politicamente correto, mais covarde, mais confortável e também porque nossos cientistas políticos, nossos sociólogos, analistas comportamentais são reféns da Ideologia do Medo. Eles têm fenda anal e quem tem fenda anal tem medo. O medo é da reação do gado de Maomé, porque eles são, obviamente gado, um animal que segue pra onde é tocado sem questionar. Afinal, são gado.

Sem questionar a filosofia de Alá e procurar entender quem ou o quê afinal se está seguindo, jamais vamos mudar a cara da loucura religiosa. “Alá seja louvado”, o cacete! Eu louvo aquilo que me trás paz de espírito e não aquilo que fustiga meu espírito com uma adaga no pescoço.

Mas o que mais me deixa indignado é que os mesmos analistas que são permissivos com a religião islâmica, são os primeiros a açoitar sem dó as costas das outras religiões. Delas eles falam abertamente, com a língua se deliciando na boca guerreira e insaciável.

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