Furacões Irma e Dilma

Enquanto o furacão Irma arrasa o golfo na América Central, causando morte, desastre ambiental, tragédias quase bíblicas no rastro de ventos que chegam a 300 km por hora, no Brasil, mais precisamente em Chapecó, a ex-presidente Dilmar passa como um furacão numa aula inaugural de, acredite se quiser, pós-graduação em “A Esquerda no Século XXI”. Sim, eles se gabam da Esquerda no Brasil!
 
Qual a diferença entre Irma e Dilma? Irma vem, arrasa quase tudo por onde passa mas provoca danos físicos que serão reconstruídos logo a seguir. Já Dilma vem também e arrasta uma pequena tribo de fanáticos, só que os danos de Dilma não cessam. Enquanto Irma provoca drama físico passageiro, Dilma provoca danos éticos medonhos e perenes.
Enquanto o furacão Irma aplaca sua fúria logo a frente, o furacão Dilma é encarregado por uma elite peçonhenta, oportunista, predadora, corrupta a continuar um legado que trouxe o Brasil para a era do obscurantismo moral, num trabalho estratégico perfeito de instalação da Ideologia da Culpa na cabeça do povaréu medieval.
Enquanto o Caribe e Sul dos EUA se protegem como podem do caos que vem na cauda de um fenômeno climático extremo, Dilma é colocada num andor e loucamente saudada com fervor também extremo por uma pequena tropa de mujahidins que há muito deixaram suas capacidades de interpretação serem açoitadas por furacões ideológicos perversos.
Então cabe uma pergunta: Quem faz mais mal a uma nação, um furacão descomunal de vento, ou um furacão estratégico de ideias que não se reinventam de jeito algum?
O mundo continua sua jornada rumo ao desconhecido, onde países são arrasados por ideologias esquizofrênicas quase que diariamente, mas aqui, na Pátria Educadora, furacões insistentes seguem sua sina oportunista de levar a cabo a formação política e ideológica, qualificada e aprofundada sobre as delícias da Esquerda Sul Americana.
Precisamos de novos ventos, ventos negros, ventos brancos, ventos coloridos, ventos cidadãos, ventos de honra e não ventos prostituídos. Precisamos de ventos com fins dignos e não ventos que não se importam com os meios para conseguir fins necessários.

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