Um brigadeiro muito louco

Enfim, a Escola brasileira evoluiu! Um exemplo disso pode ser encontrado numa apreensão pela Polícia Militar dentro de uma escola pública de Brasília. A própria direção do Centro de Ensino Médio Setor Leste denunciou o comércio do doce por uma aluna de 17 anos.

A pilantra, numa vibe orientada pelos amigos, resolveu acrescentar maconha em 40 brigadeiros que comercializava entre colegas. A prática já era habitual para a mocinha brasileira moderna. A bandidinha em construção resolveu introduzir maconha nos ingredientes após pedido de alguns abobados com os quais ela convivia.

Mas isso não me surpreende mesmo! O conteúdo educacional brasileiro, junto com uma pedagogia barata e famílias completamente fora da casinha resultou numa bomba antiética nuclear largada sobre uma sociedade frágil moralmente, infantil politicamente e absolutamente egoísta e gananciosa sobre qualquer aspecto.

Queríamos o quê? Essas são as notas de final de ano pelas quais tanto estudamos. Não somos uma sociedade que passou a aceitar a maconha como aspirina? Tome na cabeça então! Não preferimos, esquerdocidamente, nos acovardarmos diante de novos intelectuais chapados de oportunismo estratégicos? Tome na cabeça então!

Não quisemos largar os filhos para que a sociedade “evoluída” de um socialismo burro utópico os educassem? Então tome na cabeça! Não buscamos construir famílias como se fosse algo parecido com se vestir para ir numa balada? Tome na cabeça então!

Agora, como a vida é de fato uma guilhotina natural sobre o pescoço dos desnorteados, a natureza social devolve para o colo dos desalinhados mentais uma geração que vai drenar avidamente a energia do planeta e produzir o vazio no lugar. Até o momento que a Mãe Terra se canse e nos recicle como lixo humano.

O brigadeiro muito louco, vestido de marrom falso, mas recheado de maconha verde, comercializado por uma pirralha de 17 anos numa escola pública brasileira é uma bela metáfora para a sociedade brasileira atual. Não era isso que buscávamos? Tomemos na cabeça então! Caminhos fáceis nos transformam em gelatinas com o cérebro de um chapado.

Te vai um brigadeiro especial?

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