Uma Globo jihadista?

Eis uma saudável reflexão! Qual é o limite para impormos, sobre quem quer que seja e sobre o quê quer que seja, uma  forma individual de filosofia de vida? Onde eu estarei sendo livre, onde estarei sendo prepotente, onde estarei sendo alucinado, onde serei soberbo?

Faço essa interpretação em virtude da libertinagem com que assuntos importantes para a convivência em sociedade estão sendo cotidianamente vomitados no ventilador social. Os motivos são inúmeros. Uns chamam de uma nova  forma libertadora de ver a evolução, outros de arte, outros de informação apenas, outros de liberdade de pensamento, outros ainda de democracia de conteúdos, outros de ideologia de gêneros, outros de revolução, outros ainda de desconstrução do velho.

A Globo, através de seu programa semanal Fantástico, se outorgou no direito, usando sua capacidade de invadir os lares brasileiros através da televisão, de se transformar em cajado para uma nova maneira de pensar. Onde arte pode sim ser confundida com desestruturação ética, com devaneio imoral.

O posicionamento da emissora, num país, cristão, se tornou jihadista ao destroçar uma forma cristã de pensar a sociedade, preferindo a facilidade de ficar ao lado do ataque que a religião católica vem sendo vítima sistematicamente nos últimos anos da vida nacional principalmente.

Se a Globo queria ser polêmica, conseguiu! Só que não! Parece que, pela resposta da sociedade, o tiro saiu pela culatra, respingando nos próprios chifres e deve render pesadas respostas contra a Vênus Platinada. Mas a Globo é rápida e rapineira. Em seguida, se atracou a transmitir algo que nunca foi transmitido pela sua editoria jornalística, como romarias de cristãos em direção a locais sagrados católicos.

Porém o mal está feito! Na ânsia de apenas causar polêmica para granjear audiência, já que este é o objetivo verdadeiro, a emissora deu um belo tiro na pata. Parece mesmo que patrocinar uma empresa que ataca o catolicismo e sua disciplina espiritual milenar para dar suporte a uma visão deformada do que seja Arte, pode ser e será vista pelo consumidor como um atentado à sociedade que construímos. O cristianismo vem sendo deformado por fanáticos islâmicos, por seitas, por tribos de intelectuais, por ideólogos vazios de Deus, por artistas metamorfoseados eticamente e, agora também, como se não bastasse, pela maior emissora de televisão de um  país eminentemente católico. Tudo soa como se estivéssemos, mais uma vez, pregando as mãos e pés de Jesus Cristo numa cruz para ser exemplo de poder.

Então, qual é o limite? Até onde você se permite chegar para aceitar como evolução maneiras esdrúxulas e perigosas de construir nossa sociedade? Aliás, você dá direito a quem de dizer como você deve pensar, como deve agir?

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