Poema do nôno brabo

Deu! Todos já se divertirum, comerum como gente morta de fome, cantarum, beberum como uns condenado, uns até fizerum fiasco, outros passaram da conta, incomodarum Deus e todo mundo, agora chega! Chega de vida pelega!

Hora de retomá a vergonha na cara e lembrá que temo um país pra ajeitá, Dio Madona! Hora de se transformá num galo de briga, numa jararaca acuada, num bicho do mato defendendo a cria. Hora de deixá de sê porcaria, mato no meio do milho, hora dum pai e duma mãe lutá pela vida do filho.

Hora de mudá a melodia pra um fandango de pelá o saco. Hora de vomitá de fato tudo o que fez de mal e apertá o saco dos político jaguara. Hora de tomá vergonha na cara, de pagá a conta do bicho buro que nós fomo. E olha que nóis fomo bicho buro daqueles. Hora de virá no diabo!

E principalmente praquelas que se pegaram grávida! Tem que perguntá agora qual país as cria que vêm vom herdá, se valeu a pena furunfá e gerá mais um filhote que vai se torná igual à gente. Codíona, non tá na hora de erá de elegê presidente, de votá bandido pra deputado e senador, de aceitá qualquer cria do diabo como ministro, de ingulí o judiciário mais podre da téra? O que falta pra gente virá fera?

Porque poca gente fez tanta cagada como os brasilero. Porque fizemo da sala e do quarto das criança um banheiro, uma patente que intupiu. E viva o Brasil que a gente construiu!

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