A praga do populismo

Você certamente tem ouvido muito ultimamente o termo “populismo” na política. Ele tem sido a tendência na formação do novos políticos nos últimos anos. Nada vivificou mais do que o populismo como estratégia para arrecadar votos e fazer o poder mudar de direção.

No Brasil, vivemos o populismo de Esquerda, fomentado por Lula que, após o governo de Fernando Henrique, puxou as rédeas de um movimento esquerdista e levou milhões no bico. O país que era uma promessa virou um grande canteiro de propaganda ideológica, com a estratégia superando a inteligência na gestão pública. O que passou a interessar foi manter o foco na continuidade do poder adquirido.

Lula, seguindo à risca a cartilha comuno-socialista do pão e circo, tratou de armar uma operação de guerra para criar talvez o maior esquema de corrupção da história moderna. Porque valia tudo para segurar o buçal e dirigir milhões para o lado que seu grupo sul americano queria. Para isso, se uniu à pior escória que o capital produz. E, como era de se esperar, demos com os burros n’água. Porque tudo aquilo que nasce de uma semente fraca morre, se extingue.

Então vieram os da chamada Direita, que estão tratando de pender a balança para outro lado. Vemos como ícone atual o presidente americano Trump. Vindo da mídia, o bilionário convenceu através também de um pensamento populista  focado no fortalecimento da cultura interna dos EUA mas, principalmente pela falência do modelo socialista com tendência comunista.

A diferença entre o populismo de esquerda e o de direita é muito pequena. Talvez a maior diferença seja que para a Esquerda, não há soberania territorial, não há cultura, mas uma grande aldeia global que precisa necessariamente invadir tudo porque tudo é de todos e todos são culpados de alguma coisa. É lógico que fica de fora o capital adquirido pelas elites social-comunistas. O capital a ser dividido é sempre o do outro.

Hora então de sair do quadrado e investir em outras correntes de pensamento. Hora de votar em outros partidos que não os que vêm há dezenas de anos saqueando financeiramente e intelectualmente o Brasil. Hora de olhar noutra direção. Hora de dar às crianças um novo horizonte. Hora de se livrar da craca. Hora de revolucionar o voto.

A nova ideologia deve ser simplesmente “Gestão pública decente”.

 

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