E o Adalberto soltou o grito!

Empresário da Capital do Trabalho, resolve, usando um direito que está na constituição brasileira, reverberar parte daquilo que estava engasgando sua garganta e fazendo sua bile sair pela boca.

Adalberto é um empresário diferente, infelizmente para a nação, quase uma voz solitária numa pequena multidão de empreendedores que ainda acredita no Brasil. Adalberto cometeu um grave crime: ele resolveu botar a boca no trombone. Quase no mesmo instante em que um diretor do sindicato dos metalúrgicos, acompanhado de dois capangas sindicais, quase matava um cidadão no ABC Paulista, porque ele foi lá gritar sua indignação contra o Sindicato dos Metalúrgicos, que servia de esconderijo para um criminoso em todas as instâncias.

Tanto lá em São Paulo, quanto aqui, em Concórdia, duas espécies de linchamento aconteceram. Lá quase mataram um empresário porque resolveu botar pra fora a sua indignação. Aqui, na Capital do Trabalho, uma meia dúzia de desatinados, pistoleiros da palavra, indivíduos com agulhas nas patas, pelegos da mais alta estirpe, desandaram a largar o chicote nas costas, fazendo lembrar os feitores nas costas suadas dos escravos nas fazendas coloniais.

“Quem é esse aí que resolve ficar furioso e se adona da nossa fúria?”, “Quem é esse burguês fedorento que ousou levantar a voz se a voz só nós da tribo podemos tê-la?”, “Quem é esse intrometido?, “De que movimento estrangeiro é ele?”, “Quem deu o direito a esse coxinha concordiense de se doer com os nossos santificados movimentos?”.

Porque é assim que os parasitas ideológicos, os filhotes das gangues que se adonaram da Esquerda Brasileira pensam.  Qualquer cidadão que não fizer parte das falanges fanáticas é considerado um pária.

Ora, o empresário também é culpado disso tudo. O fato dessa escória, desta craca social se impor e se adonar das idéias é culpa também do empresário, que deixou a direção do país na mão de quem não tinha nada a perder.

Isso não funciona! Isso é como enfiar a cabeça num buraco para não ver o ataque do tigre. A dor não diminui, nem o risco some. Pois quem nunca teve nada a perder é que se apropriou do direito de poder gritar. Ridículo!  O pensamento nacional agora é propriedade das seitas partidárias.

Se o empresário pensou que iria aparecer alguma solução mágica, sumindo da vida nacional e se enfurnando no seu negócio, errou redondamente. A única coisa que conseguiu foi virar estrangeiro no seu próprio país.

Que o grito do Adalberto, seja o grito de todos os empresários. Não se submetam ao patrulhamento destes grupos de parasitas nazistas pseudopoliticamente corretos, porque eles são minoria! Reajam! E sinto mesmo que as entidades que protegem os empresários deveriam também sair da toca. Há um silêncio constrangedor e lastimável no ar.

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