Memória seletiva e o tiro de um Douglas

O psicólogo William James disse que “Se lembrássemos de tudo, estaríamos tão doentes quanto se não lembrássemos de nada”. Por isso, a natureza fez com que a nossa memória em geral, funcionasse de forma seletiva, ou seja, não lembrássemos de toda a informação do mesmo jeito.

Mas, em tempos em que as pessoas se tornaram absolutamente escravas do processo social moderno, por causa principalmente das facilidades eletrônicas, da velocidade midiática e da necessidade das pessoas se adaptarem a todo custo a isso, o Poder, enquanto fenômeno social, se apropriou dessa oportunidade com nunca antes na história do nosso país.

Pessoas passaram, tão preocupadas em atirar balas de defesa, a não conseguir ir além da esquina, ou seja, ficaram propriedades da Memória Seletiva. Porque é mais fácil, porque não precisa suar tanto, porque é fácil de levar a vida, porque não precisa ler muito mais, porque vai contra o que pensa seu Messias, porque se tornaram jihadistas das ideias do mais convincente.

Mas o que me dá esperança? A opinião de um internauta me dá esperança. Disse Douglas  “Absolutamente NENHUM dos parlamentares atuais deveria ser reeleito, assim todos perderiam o foro privilegiado e passariam a ser investigados abertamente e, quem sabe punidos”.

Cara, quando alguém diz isso, é sinal que há sim esperança na capacidade espetacular do homem de se reinventar.

Quando um jovem se posiciona com essa qualidade de clareza, com essa preciosidade de pensar e entender o fenômeno nacional, significa que há luz no fim do túnel.

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