Politicamente abobados

Politicamente corretos uma ova! Somos politicamente abobados. Tolos, infantis, lamentáveis, nossos líderes têm a experiência e o intelecto de um jardim de infância que foi abandonado pelas “tias”, deixando bebês tendo que limpar suas próprias fraldas.

A invasão venezuelana que não encontra limite na fronteira com o Brasil, sendo usada por pirados midiáticos, soldadinhos de trincheiras esquerdocidas, fiéis de doutrinas ideológicas trubufus como aval para acabar com a integridade territorial brasileira.

Ser Esquerda no Brasil é isso mesmo: é privilegiar, acima de Deus e do Diabo, o paradigma intestinal, a tripa grossa recheada de excremento de ideias que levaram países a morrer sem ar através da história.

Uma geração de tolos resolveu que o Brasil tem obrigação de transformar-se num grande acampamento de refugiados e receber sem controle alguns milhares de formigas covardes que, ao invés de derrubar um ditador comunista, resolveram fugir da sua própria história com o rabo entre as pernas.

Do lado de cá, juízes de um país que mata bebês porque não tem leito hospitalar, permitem que o país seja invadido, num prenúncio do que seja o fim da autonomia brasileira sobre o seu território, porque não sabem dizer não ao caos.

Estamos vendo o reflexo de juízes de esquerda, promotores de esquerda, desembargadores de esquerda, ministros da Justiça de esquerda, legisladores de esquerda, intelectuais de esquerda, políticos de esquerda destruindo o Brasil, porque se tornaram formigas com um ferrão socialista no rabo.

A primeira responsabilidade é para com o cidadão brasileiro! Isso aqui é o Brasil! Entre as pessoas que estão apavoradas com a invasão venezuelana estão índios brasileiros que viram suas florestas serem invadidas pelo sarampo que veio de Maduro!

Estamos perdendo a única coisa que é brasileira: nossas fronteiras. Estamos no fio da navalha. Não temos país para dar dignidade a sua população, mas alguns querem aparecer na mídia internacional como Messias e destruir nossa integridade nacional. Sermos bons, não é sinônimo de sermos otários. E me parece que é isso que estamos sendo. Um país infantil que não sabe mais agir como adulto. Perdemos o contato com a palavra “limite” há muito. Não há limite nas casas, nas escolas, nas universidades, nos clubes, nos bairros, nas ruas, nos partidos políticos e… Obviamente, não há limite nas nossas fronteiras. No fundo, tudo é óbvio.

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