Facada ideológica ou simplesmente um crime?

Estamos tão envolvidos com discussões ideológicas nesses últimos anos que perdemos o senso do limite moral que nos trouxe até aqui. A facada em Bolsonaro tem sido interpretada através da política, da estratégia eleitoral, do viés doutrinário, da exposição na mídia, de perder ou ganhar espaço, do proveito diante de pesquisas eleitorais… Mas o desatino da faca em si, pouco foi comentado.

Há bem pouco tempo, uma facada era uma facada, um atentado à vida, um crime. Olhava-se a lei e submetia o acusado a uma pena, depois de um julgamento. Mas fomos de tal maneira reeducados por uma ideia política, que agora o crime ficou relativizado.

Tentativa de homicídio, se houver intenção política já não é mais um atentado a vida e sim uma reação aceitável, uma culpa que alguém tem que pagar e, de preferência, alguém que não seja miserável, nem faça parte de uma tribo específica de compadres de inveja. Nesta hora surgem advogados vindos das entranhas da Terra, para defender um novo herói das minorias que usou uma faca como argumento.

Porque somos culpados por existir a miséria, a pobreza, a concentração de renda e isso justifica o mal em si. Você aí votou nisso quando colocou a esquerdalha brasileira no poder. Era isso que os vampiros queriam: destruir a sua cultura moral para implantar a Culpa como regulador social.

Agora, uma facada em si já não é nada, se atrás da faca houver um intenção política!

Brasil, perdão!

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