Estado Gordo: uma ideia perfeita pra formigas

Outro caminho! Tirar gordura do Estado que usa estatais como cabide de emprego e instrumentação de poder, para entregar o destino da nação ao trabalhador, à força de trabalho individual e ao investimento da geração de emprego. Ou isso, ou o passado nos atormentando, novamente.

Sabemos como o Comunismo usou o Super Estado de si como principal estrutura de legitimação do status quo marxista durante tenebrosos anos. Ninguém matou tanta gente e democratizou a miséria como Estados Superpoderosos pela história. Isso é fato! E quem era contra morria em Gulags espalhados pelo planeta, onde países tinham o azar de ter o Comunismo como controlador da vida em sociedade (sobreviviam apenas os mestres comunistas que ensinavam só o que as elites do poder permitiam, os outros eram sistematicamente eliminados).

Então, desinchar o Estado e entregar o controle para a população trabalhadora e para a iniciativa privada é uma estratégia libertadora e inteligente. O Estado trabalha para o trabalhador e não o contrário como prega o social-comunismo na sua essência. E ajuda as pessoas a sobreviverem se tiverem ideias diferentes. “Enquanto o ser viva alheio por completo a tudo o quanto ocorre em sua região mental e não conheça a chave mediante a qual possa obter um severo controle sobre ela, não poderá jamais alegar que é dono de si mesmo, portanto, não poderá pensar livremente” – Carlos Bernardo Gonzales Pecotche – pai da Logosofia.

Existe o Shangrilá da gestão política humana? Obviamente que não! Mas fechar os olhos aos danos que a história nos conta e prostrar-se facilmente a totens pra lá de moralmente discutíveis não é uma postura digna de quem recebeu, dentre todos os outros animais, o poder da crítica e da reflexão.

A liberdade individual deve ser uma proposta que emana de dentro. É um ato íntimo. Sei que isso é tabu em alguns Grupos de Estudo e Partidos Políticos. Me parece que saber exatamente se tais grupos nos merecem é uma linha divisória bem interessante para uma declaração de liberdade individual.

Aí entram as formigas na história: elas adoram trabalhar suas vidas inteiras e doar seus filhos para A Ideia, O Estado, O Totem, O Destino…!

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