Um furacão chamado Esquerda

Tenho pena de gestores públicos que sucedem gestões de Esquerda, principalmente gestões longas como as brasileiras, porque recebem no colo não apenas números desastrosos, realidades sociais caóticas, mas verdadeiras minas armadas e têm ainda que suportar máfias companheiras do Satã que antes se deliciavam com contratos corruptos.

Ora, você não conserta um país administrado pela Esquerda em 8 ou 12 anos. Leva no mínimo, uns 40…! Porque ela é nociva a curto, médio e longo prazo. Exigir isso é sinal de puro fanatismo, infantilidade e devaneio mental. Pior, cumplicidade com o vil.

A Esquerda não tem nacionalidade, nem cultura própria, ela é uma aberração por onde passa. Após uma administração longa de uma Esquerda no poder, somente um Deus pode resolver em pouco tempo o estrago. Como não temos um Deus pra resolver as cagadas deixadas por esta corja de predadores, o presidente que entra, entra para carregar uma cruz nas costas e não só fazer gestão pública decente.

Macri na Argentina, Bolsonaro no Brasil, são perfeitos exemplos disso. Em 61 anos de vida, nunca vi nada parecido com o que vejo na mídia tradicional e redes sociais como agora. Foi uma ideologia deixar o poder que saiu das catacumbas antes silenciosas e capangas um exército de fanáticos de todas as cores distribuindo granadas pelos dedos ávidos de sangue, cuspindo impropérios, fortalecendo fakes, relacionando fatos com outros sem qualquer noção ética, tudo para destruir o mais rapidamente uma outra visão do que seja administrar a vida social.

Quem sucede qualquer gestão canhota tem uma bomba no colo pronta para explodir, mas principalmente, tem o desafio de mudar a maneira de pensar o que seja construir vidas com sustentabilidade.

Olho os desatinados teclando diariamente, incansavelmente, e o cenário que vejo à minha frente é aquele deixado por um furacão de nível 5, com as pessoas procurando sem rumo um lugar para reconstruir e, sem lembrar quem fazia a gestão antes do furacão, mas exigindo em poucas horas que o desastre suma como mágica.

Não tem mágica! Não há milagre, há trabalho e tempo! Não se conserta uma terra arrasada por um furacão com a língua, mas com suor, muito suor e paciência. Se você não teve paciência para refletir com inteligência o fenômeno social antes de eleger políticos, não tem o direito de exigir que o desastre deixado por um furacão de nível 5 suma em poucas horas.

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