Se isso não for o caráter agindo é o quê?

Certo, o cara fica preso e, assim que sai, poderia visitar o túmulo da esposa, do neto, do irmão, sentir o vento na cara, valorizar cada instante de liberdade… Poderia ficar com a Família, buscar momentos de paz interior, refletir sobre os motivos de prisão, rever conceitos…

Mas, o que fez Lula assim que pôde? Saiu a comer em restaurante público ostentando um sorriso de vingança, abraçou parte de seus seguidores como se fossem a sua razão de vida, cuspiu ódios contra o status quo, estimulou o levante e a guerra entre seus soldados e os “inimigos”, promoveu fúrias, fomentou o conflito social, cuspiu veneno na cara da sociedade, se fortaleceu com sua escória particular de indivíduos, seus jihadistas treinados… Ora, Lula apenas mostrou que nunca foi de família, teve indivíduos com o mesmo sangue que eram devoradores de seus prazeres.

Daquilo que não presta é impossível tirar qualquer coisa decente. Terrenos sem vida não frutificam. Lula mostra que é ácido em essência. E é esse o símbolo vivo, a liderança maior de uma ideia e de uma forma de gestão pública.

Qual é o problema? Onde parte da população se enfiou? Em que buraco? Onde começamos a aceitar que o caráter de alguém tomasse a forma de algo sem forma? Como permitimos que o Bem e o Mal se aproximassem tão intimamente um do outro a ponto de buscarmos justificativas sinceras para o injustificável?

Qual é o problema, afinal?

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