O sítio “que não era dele” e a Justiça daqui

Impressiona o esforço que a defesa de Lula faz ao usar armadilhas de Direito para dizer que água não é água. O sítio de Atibaia, na opinião da defesa não tem dono e Lula era um espírito que ali flutuava ao exigir que as melhorias de um sítio que “não era dele”, teriam que ser feitas dessa ou daquela maneira.

Lula então era o arquiteto de uma obra que “não era dele” e usava um local “que não era dele” para guardar suas tralhas.

A culpa de tudo isso nem é da defesa do facínora, mas de um código de justiça totalmente deformado e refém de sua própria ruindade. Somos um país escravizado por nossas próprias leis. O que deveria existir para dar dignidade à sociedade brasileira é hoje uma tirania que privilegia o dolo e não a coibição dele, confunde e não explica e aprisiona gente de bem enquanto solta a criminalidade.

Parecemos mesmo um amontoado de gente que não raciocina mais com inteligência, que perdeu completamente a noção de Bem e Mal. Porque tudo ficou relativo! Os espertalhões, os oportunistas, os fanáticos, os trambiqueiros, os intelectualóides ganharam e agora é até “bonito” ver a confusão entre o Céu e o Inferno na nossa terra.

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