Um grito de dor para quem sente a dor

Uma mãe grita para Bolsonaro, “Eu não quero dinheiro do governo federal, eu quero o meu trabalho de volta. Meus filhos vão começar a passar fome”! “Por favor, presidente”, repete a mãe agoniada. Esse é o povo que geme de dor, por causa de decisões politiqueiras de governadorezinhos de bosta, de politiqueiros de meia tigela.

E o presidente tem que ouvir calado, porque ele não pode ingerir sobre os Estados. O presidente tem que engolir em seco, porque um sistema de leis impede que a razão se sobreponha ao caos. A racionalidade do líder maior é amputada pela burrice e o alarmismo feroz de trompetistas do apocalipse!

Vivemos o BBB do Coronavírus! E o povo que produz, que paga as contas vai pro paredão, para o fuzilamento. “E viva la revolución!”, dirão os interessados em quebrar um país, agora pra sempre. Tudo na garupa de um vírus comunista, de um país que se especializou em transtornar a vida no planeta.

E o ganido de dor da mãe para o presidente, se perde na esplanada dos poderes, como um canto de desolação que voa solitário e veloz como a dor de alguém.

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