Distração, uma arma esquerdopata

A Esquerda sempre levou a propaganda ao estado da arte. Talvez seja mesmo, de todas a ferramentas, a mais utilizada para sobreviver. Aliás, sem propaganda, a Esquerda não sobreviveria e ela sabe disso.

Então, de tempos em tempos, através da história, o esquerdopata, o militante, o idiota-útil, o parasita, o oportunista inventa uma nova arma. Melhor dizendo, seus intelectualóides e cafetões criam e a manada, logo abaixo, compra-a naturalmente, pois sempre ávida de doces desejos torpes espalha-a como se sofresse de uma diarreia incontrolável pelas redes sociais, escolas, guetos, universidades, corredores, imprensa pelega, mausoléus da gestão pública.

A última arma é utilizar a “dicotomia” como distração. Explico. A palavra Dicotomia significa “divido em dois”, “parte cortada”. Ela é usada para dizer que algo tem lados opostos, que tudo tem que ser dividido, que antônimo e sinônimo são partes do todo. E são! Mas a inteligência disso acaba aí.

De posse dessa estratégia, dessa distração, ela sai dizendo por aí que é necessária para equilibrar a vida, que é necessária para contrapor, então ela se dá a categoria de opção. Brilhante! Ela é agora a distração para fazer com que o indivíduo seja parte da manada. Acontece que seu conteúdo é nojento, próprio para insetos, não humanos. Ou seja, nada de bom viceja nela.

Ser pautado pela Esquerda é isso, é trilhar novamente o mesmo caminho que nos levou ao fundo do buraco! Antagonismo, não tem nada a ver com isso! Porque a Esquerda não traz nada de novo.

Traz sim uma imoralidade autoimposta, um assistencialismo barato, um caos ético. De tanto levarmos na cabeça, como brasileiros, chegamos a um novo tempo em que não é mais permitido brincar de desconstruir uma sociedade para salvaguardar uma ideia caduca, nociva, imbecil, trambiqueira, hipócrita, fraudulenta, fabricante de parasitas.

Quando a Esquerda conseguir matar isso dentro de si, pode sair procurar outra forma que contrabalance o que deve ser contrabalanceado. Até lá, deve ajoelhar no milho e pedir perdão ao Brasil.

A esquerda é uma eterna prostituta mal paga, que aprendeu o ofício cedo e se conformou com prazeres efêmeros, quando não doentios.

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