O conluio que quase nos roubou a Amazônia

Foram anos de desprezo ao povo que vive nela, ao mesmo tempo em que foram anos de aluguel ao poder internacional de ONGs estratégicas, a governos ricos, a grupos mafiosos que ficaram mais ricos ainda roubando nosso ouro, nosso diamante, nossa madeira, nossos recursos naturais.

A Esquerda nacional, da mesma maneira que assaltava vergonhosamente os cofres públicos, como nunca na história mundial moderna, usava a Amazônia como moeda de troca, ao oferecê-la como barganha aos grupos internacionais.

Mas nós nem notamos, porque estávamos vivendo num outro país. A Esquerda faz isso muito bem: inventa um país dentro do país para fazer do cidadão uma manada óbvia de idiotas-úteis a ela. Professores capangas, juízes capangas, advogados capangas, políticos capangas, sindicatos capangas, imprensa capanga, medicina capanga, estatais capangas, ministério público capanga, intelectuais capangas, artistas capangas, eleitor capanga… Lá no fundo, todos capangas de um Foro de São Paulo, inventado por Fernando Henrique, o presidente de Paris e instrumentalizado por Lula – o arquiteto do diabo e Dilma – a anta necessária.

A parte que presta ao país, ou seja, a de quem ainda tinha cérebro, num quase impossível ataque de ética resgatada, resolveu renascer. E o fez a tempo de ainda ver seu país renascer do fibrilador na UTI.

Pra mim, hoje, o esquerda fanático é um terrorista doméstico, não tem nada de outra opinião, de viver com o diferente. Estamos falando de moral e isso não se negocia. Não mais!

Quase perdemos nossa floresta para esta turma! Quase! Estávamos sendo roubados por ONGs garimpeiras, ONGs madeireiras, ONGs fundiárias, ONGs indígenas, ONGs pseudorreligiosas, ONGs farmacêuticas, ONGs científicas…

Então a frase do presidente Jair Bolsonaro, “Não basta dizer: a Amazônia é nossa! Devemos desenvolvê-la”, ecoa como uma advertência do tempo em que não estávamos nem aí para a nossa Mãe Pátria.

Eleições vêm aí nos municípios. Lembre, partidos de Esquerda não são confiáveis, já que são o passado tentando entrar pelo sótão, depois de serem, em parte, expulsos pela porta da frente.

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