A tola segurança de pensar como rebanho

Tem a ver com sentir ser parte de algo, com sentir-se acolhido, encaixado dentro do ninho, com ser reconhecido pelo grupo e deixar de ser apenas um indivíduo, um número, um coadjuvante, um invisível. Estou me referindo a pensar como pensa o grupo, o rebanho, a manada, o bando, a alcateia, a companheirada, seja lá o coletivo que se quiser usar.

Certo, entendo isso como uma necessidade então. No fundo, o indivíduo não quer se sentir só, porque só se sente fragilizado, inseguro, presa apenas e não predador. Minha aceitação a esse fenômeno social acaba aí.

Ora, se Deus só deu ao homem a faculdade de pensar é porque entende que o animal homem deveria poder transcender eventualmente, ou não? Então, se a ideia do grupo é nociva, se as leis da ciência, os números, os fatos a contestam, cabe ao cérebro humano, dotado que é de características únicas no reino animal, reinterpretá-las e evoluir.

Mas e quando o mestre não consegue mais se desvencilhar de seus próprios demônios e se torna porta-voz apenas de grupos corporativistas, de manadas, de rebanhos com ideários vis? Aí, ou se muda o mestre, ou se muda o status quo. Não tem outra saída! O conhecimento tem que ter aproveitamento prático para as sociedades ou não é conhecimento, é algo sem valor, custo, ônus, parasitismo, mentira, paradigma a ser detonado. Principalmente se tem dinheiro público empregado!

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