A bunda gulosa e barata do jornalismo jihadista

Foi o exército brasileiro executar exercícios de treinamento entre os dias 8 e 22 de setembro, como simulação de uma guerra entre dois países na Amazônia, que a imprensa terrorista, a pelega, aquela que parasitou bilhões do dinheiro do cidadão durante os corruptos anos da Esquerda no poder, estrategicamente caiu de pau no governo.

Ora, proteger a Amazônia é proteger o pote de ouro, que quase foi entregue ao interesse internacional patrocinado pelo voto do idiota-útil durante décadas.

A imprensa pelega que se esbaldou com verbas ofensivas durante os anos perniciosos de Fernando Henrique, Lula e Dilma no poder já havia deletado a floresta amazônica de suas linhas editoriais, como se ela não pertencesse ao brasileiro mais. Havia um silêncio constrangedor.

Mas mudou! Agora, um movimento qualquer das forças armadas brasileira, mesmo que seja um exercício normal de qualquer exército em qualquer país, se torna alvo de guerra de informação, de desinteligência jornalística, como no tempo da Guerra Fria entre o Ocidente e a União Soviética.

Gente que não gosta das forças armadas do seu país quando elas são dignas (caso brasileiro), não merece ser chamado de brasileiro. Pelegada nojenta! Parasitas institucionais! Jornalistas jihadistas! Filhotes do cangaço narcotráfico! Prostitutas de acampamentos guerrilheiros!

Dê assunto para a Globo, UOL, Folha, Estadão, Isto É, Veja, CNN, etc, e eles se engasgam na própria saliva, com suas bundas luxuriantes e baratas.

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