França de Macron virou um campo de treinamento para terroristas islâmicos

A sociedade de Esquerda do povo francês, finalmente, começa como era de se esperar, a matar o próprio país. O terrorismo islâmico toma conta das escolas, das ruas, das construções, das igrejas, das creches, dos parques. Degolações e atentados se tornaram comuns como visitar a Torre Eiffel, tomar um café no Champs Elysées.

Como a Esquerda tem adoração pelo seu paradigma, muito maior do que ao país, à família, à sua cultura, naturalmente é questão de tempo até as fronteiras físicas não mais existirem.

A França abriu suas nádegas de tal maneira a culturas perigosas, sob o manto do Politicamente Correto, que não teve tempo para filtrar o lhe entrava nas fronteiras. Hoje, artistas, professores, jornalistas, intelectuais, agentes públicos são degolados porque a parte podre do Islã tomou conta da terra de Dumas, da Revolução Francesa, Rousseau, Voltaire, Simone de Beauvoir, Sartre…

Aliás, a França só permaneceu Francesa, porque milhares de soldados ingleses, americanos, canadenses, australianos, entre outros morreram despedaçados nas praias da Normandia pelas balas do exército nazista. A França já tinha se rendido.

Mas o francês não aprende, seu país virou uma Casa da Mãe Joana, onde qualquer um que aporte lá, vindo sabe-se lá de onde, é recebido por um povo infectado de culpa ideológica. Porque a Esquerda fez muito bem o seu tema de casa.

A pátria francesa como na Segunda Guerra Mundial, mais uma vez, se rende ao inimigo, desta vez ao perigoso islamismo sectário, que por onde grassa, mata todas as outras religiões, aniquilando a liberdade individual do ser social, bem como seus valores morais.

A França é um país de bananas! Covardes que preferem olhar o quintal do vizinho, ao invés de observar estar sendo comida de dentro para fora. Para colocar uma cereja no monturo, ainda elege um desqualificado como Macron.

Que isso sirva de lição para o Brasil. A Esquerda é maior do que tudo, por isso ela não tem país, não tem língua, não tem fronteiras, não tem limite moral, sua ética é adaptativa e oportunista. Tudo é “meio”, inclusive o ser humano. Não podemos ser a França porque vamos morrer não sendo Brasil.

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