Aulinha de português, ciências sociais e contraespionagem

Ódio: Substantivo masculino que demonstra aversão intensa motivada por medo, raiva ou injúria sofrida; odiosidade. Sentimento de profunda inimizade. Aversão instintiva direcionada a; antipatia, repugnância. Paixão que conduz ao mal que se faz ou se deseja a outrem. Ira contida; rancor violento e duradouro. Sentimento de repulsão. Pode ser gratuito e aí é doença mental a ser tratada com urgência.

Criticidade: Substantivo feminino característica do crítico, daquele que se fundamenta ou é estabelecido a partir de um juízo de valor. Habilidade ou capacidade para julgar, antagonizar se preciso. Origem da palavra criticidade é “critico+idade” (porque se espera naturalmente que, com a idade, a pessoa evolua). É aquela condição absolutamente humana de olhar o entorno e se posicionar contra ou a favor a qualquer fenômeno social. Mas, sobretudo, há uma lógica na crítica, por isso se contrapõe energicamente ao doutrinamento puro e simples. Por exemplo: um Esquerda é tudo, menos “crítico”. Ele acredita sê-lo, mas está longe disso já que seu foco é algemado intestinalmente e geneticamente ao paradigma. Então seus totens, seus ídolos podem ter qualquer tipo de imoralidade, que não faz diferença. Importa a adoração platônica da qual o Esquerda é escravo.

Confundir “Ódio” com “Criticidade” faz parte da estratégia do Esquerda e do seu frágil conhecimento. Aliás, confundir, separar e dominar são regras de contraespionagem.

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