Ele sempre esteve certo. Ainda bem!

As pesquisas não param de confirmar o lema de “Proteger os vulneráveis, mas deixar a economia andar”, porque nosso líder corajosamente entendia, como uma pessoa realmente fora do gráfico, que numa pandemia virótica como essa, a saúde física dos vulneráveis não podia estar desconectada da vida social.

Os militontos, os predadores, os parasitas, no primeiro segundo de indício da pandemia saíram ensandecidamente pagando geral, procurando bruxas para queimá-las, exatamente como a ignorância o fez na Idade Média, como Stálin o fez à classe trabalhadora dissidente e a polícia nazista de Hitler à juventude alemã. Foi uma blitzkrieg à brasileira quase perfeita em tempos de paz. Quase!

E, para vergonha mundial, nenhum país sofreu o atentado que os lanceiros do imperador condenado e santificado proporcionaram no Brasil, induzindo idiotas a permanecerem idiotas e produzindo mais caos, incerteza, confusão, desinteligência, ao mesmo tempo em que engordavam sob a fartura do dinheiro público. Aqui chegamos bem perto do inferno! Gente vibrando por um fogo na natureza, vibrando por mais mortes, vibrando pelo vil, pela opionicite aguda nas redes sociais sanitárias.

Mas nada como um dia após o outro. A realidade veio, sistematicamente confirmando Bolsonaro. Porque a verdade é soberana e inoxidável ao tempo. Quem tem o bem do seu lado, de alguma maneira recebe as bençãos da natureza. O universo acaba colocando os pingos nos “is”.

Passamos pelos “lockdowns”, pela hidroxicloroquina e agora estamos lutando para não sermos ratos de laboratório da China, a mesma China que infectou o planeta com uma cepa viral oportunista.

Já se disse com muita propriedade”Aquilo que não te mata, te fortalece” e vamos sim ressurgir de dentro de nós como a nação que o Brasil merece ser. Porque o brasileiro que fomos, quase matou nossa Mãe Pátria enquanto ela nos protegia, nos amamentava, nos ninava nos braços.

Dispara a aprovação de Jair Bolsonaro entre a população, mesmo com a ruindade dos governadores brasileiros, algo nunca visto na história recente daqui, lutando para o país voltar aos tempos da corrupção desenfreada e das organizações criminosas dominando a cena.

E Bolsonaro sobreviveu a facadas da Esquerda, à lingua dos loucos, à imprensa pelega, a um STF indigno, a um Congresso de vespas asiáticas, a intelectuais de bosta, a artistas mercenários, a entidades corporativas indecentes.

Ânimo, cidadão! Nós sobrevivemos! Você sobreviveu! Agora é reconstruir o país que você priorizou. Longa vida ao conservadorismo, à Direita, à moral e bons costumes, ao pragmatismo de gestão social, à recompensa pelo merecimento, não pelo parasitismo socialista. Direitos são consequências, não deuses desencapados com vida própria.

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