Lucena

O poeta catarina virou energia

Lucena deixa a cena, enfim

Sobe às alturas do cosmo em desvario

Deixa um vazio em almas daqui

Daniel então se mistura ao ar

“Ao fugir dessa metrópole à libertação”

Deixa no rastro uma dor chamada saudade

“Eu vou te viver pela primeira vez, mais uma vez” dissestes

Então te digo “Posso te dar o que eu sou, amigo é um cobertor”

Até que nos encontremos nessa “Constelação, nave louca”

Sim, “A vida é pouca e o que vale é se querer”.

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