Da Escola de Esquerda à Medicina de Esquerda

Somos mesmo um país diferente! Não bastasse termos substituído a informação ética e científica nas escolas por uma cartilha doutrinária esquelética, perniciosa e capanga do vil durante duas gerações, envergonhando o país aos olhos do mundo civilizado, precisávamos ainda de uma cereja do monturo para assinar nossa ineficácia como eleitores de uma nação livre.

Precisávamos de mais! E esperamos que uma pandemia fosse o instrumento da vez! E ela veio mesmo! Então, ao invés de investirmos em ações superiores de ataque a um vírus oportuno gerado num país comunista que queria apenas mostrar poder geopolítico no planeta tão somente, preferimos lamentavelmente tratar uma guerra virótica mortal com dipirona, máscaras de todo tipo e preço e lockdown insano, à revelia da sustentabilidade de um país e de empregos. Então o melhor da medicina de Esquerda fez a sua parte. Resultado: quase 200 mil mortos, segundo dados gerados pelos hospitais brasileiros.

Enquanto médicos e instituições médicas se atiravam com furor cuspindo retórica e discursos politiqueiros contra o governo numa ação combinada com eleitores antifas derrotados e imprensa pelega, naturalmente o foco se desvirtuou. Nesse caos, medicamentos já existentes que provaram ser eficazes para combater a morte de pacientes infectados foram solenemente desconstruídos.

Hoje, depois de milhares serem números em covas rasas, a venda da Ivermectina, por exemplo, no mercado famacêutico, explodiu e cresceu 466% no acumulado de 2020 até novembro (dado da IQVIA – uma das maiores consultorias de informações sobre saúde). O antiparasitário, defendido pelo nosso presidente, que sugeriu lá atrás o uso diversas vezes pela população foi alvo de uma fúria médica poucas vezes vistas na história moderna deste país. Porque nunca o paciente foi a real razão, antes havia um novo status quo a ser destruído, porque um novo país não interessava a quem já o tinha parasitado por décadas.

Segundo a Terra Brasil Notícias, “Uma caixa do medicamento genérico com quatro comprimidos custa de R$ 17 a R$ 22, de acordo com consulta em drogarias realizada nesta quinta (7). Em 2020, a indústria comercializou 42,3 milhões de caixas do remédio, com pico em julho, que somou mais de 12 milhões. O medicamento integra o apelidado kit Covid, conjunto de produtos sem comprovação científica contra a doença, que inclui hidroxicloroquina e azitromicina”.

Coloco as quase 200 mil pessoas mortas nesta conta! Ao preferirmos combater uma gestão inimiga da corrupção e do corporativismo criminoso de Esquerda, um Estado aparelhado do topo ao pedestal optou por sacrificar vidas humanas, pelas benesses sanguinárias de ideias parasitárias e lucrativas.

Espero, sinceramente, que esse tanto de mortos tenha sido suficiente para quem ama seus próprios egos muito acima do seu país. E que uma ressurreição aconteça intimamente.

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