A estratégia da Esquerda chegou, enfim, no oxigênio

Num país em que uma Esquerda se esbaldava de roubar, saquear, corromper, destruir, coagir, deturpar, satanizar o cristianismo, fabricar idiotas-úteis em escolas contratadas, construir obras em países capangas com o dinheiro do cidadão brasileiro, termos que escoltar oxigênio por estradas que já deveriam estar asfaltadas e liberadas há pelo menos uns 20 anos, passou a ser a cereja do monturo.

Agora, que uma pandemia bem à Esquerda transtornou a vida no planeta, as estradas que deveriam estar construídas há pelo menos 20 anos se tornam um impecilho a levar, acreditem, oxigênio à população necessitada no Amazonas.

Se 10 por cento daquilo que Lula e Companhia roubaram da nação durantes os podres anos da Esquerda no poder, certamente não teríamos gente implorando para que chegue até UTIs oxigênio. Só o dano econômico que Dilma, a louca, causou na Petrobrás já daria para construir centenas de UTIs pelo Brasil, dezenas de estradas transitáveis, milhões de vacinas ao povo, água potável, tratamento de esgoto aos esquecidos. O básico do básico do básico.

Mas não, a Esquerda precisava antes fazer caixa, precisava ter fundos para dar sustentabilidade a líderes cafetões, suas famílias e amigos do rei parasitários. Professores espalhados pelo mecanismo ideológico nas salas de aula precisavam construir abobados, tolos, especialistas em direitos oportunistas, aloprados da interpretação, lunáticos da matemática, chapados da mentira.

E chegamos à cereja do monturo, a ponto de precisarmos não mais de comida, mas de oxigênio que não pode chegar porque as estradas que deveriam levar o ar para hospitais foi usada para construir portos, rodovias, pontes em países aliados do Foro de São Paulo. Como o Esquerda pode odiar tanto o seu país chega a ser lendário. Um mito de tão inacreditável.

E vêm os adoradores de Lula postar, com suas bundas de vários tons expostas ao falo de Garanhuns, total subserviência, inacreditável e inadmissível adoração a um totem decadente, facínora, hipnotizador de abobados. Como um sujeito ignorante e oportunista pôde ser dono absoluto de uma geração pseudointelectual, pseudomoral, pseudolúcida chega a ser um mistério.

Quem se construiu pelego, vai morrer pelego, absolutamente feliz com o seu peleguismo, mas achando o tempo todo que estava guiando seu barco, quando o tempo todo foi apenas o timão, o mecanismo, o volante de pau de uma nau otária.

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