O Leite Condensado do jihadismo nacional

Qualquer cidadão que tenha mais de alguns neurônios intactos sabe que estamos em guerra civil bem à brasileira. O Brasil se encontra no meio de uma guerrilha de informação promovida pelo jihadismo comunista.

Foi Bolsonaro se eleger e mexer no status quo que roubava, corrompia e alienava crianças e jovens, que ficamos sabendo exatamente como éramos uma nação tomada pelo inimigo. A pelegada, os homens e mulheres bombas que estavam sendo preparados pela Pátria Educadora saíram a destruir tudo o que o califado mandou. E isso significa que o país estava no alvo. No caos, nada sobrevive com mais ferocidade que os canalhas. Eles são quase imortais. Quase!

Mas como aqui é Brasil, e até os combates são diferentes, substituímos as balas, o trepidar dos AK-47, bombardeios, decapitações pelos “mimimis”. Essa é a munição que forra o paiol de pólvora da Esquerda daqui. Provocar desinteligência, infectar, confundir, atordoar, fabricar fumaça, transtornar, militar ferozmente mesmo que isso seja arrastar a sociedade para um vazio existencial.

Por isso, até a próxima eleição daqui há 2 anos, se prepare porque os loucos estão só treinando, praticando. Este último mimimi do leite condensado, estrategicamente despejado no portal esquerdopata Metrópoles e devidamente ressoado por Ciro Gomes, um lunático, apenas foi mais uma bomba deixada na estrada esperando um ônibus qualquer cheio de crianças explodir em pedaços.

. Não é verdade que, sozinho, o presidente Jair Bolsonaro gastou R$ 15,6 milhões em leite condensado no ano passado

. A cifra corresponde ao custo anual com o produto alimentício em todos os órgãos do governo federal. Dos R$ 15,6 milhões, R$ 14,2 milhões foram empregados pelo Ministério da Defesa, o que pagaria, segundo a pasta, pela alimentação do efetivo de TODAS as Forças Armadas.

. Depois da Defesa, os três maiores gastos com leite condensado vieram das pastas da Educação (R$ 1 milhão), da Justiça (R$ 327 mil) e da Saúde (R$ 61 mil).

. O governo federal reduziu os gastos com alimentos em 2020, na comparação com o ano anterior. No 1º ano da gestão de Jair Bolsonaro, o valor efetivamente gasto – que é diferente daquilo que foi empenhado– foi de R$ 1,2 bilhão. Em 2020, marcado pela pandemia, houve queda de quase 55%, para R$ 602 milhões.

. No governo Dilma/Temer, por exemplo, este valor era maior! Em 2018 os gastos foram de R$ 948 milhões.

Volto a lembrar: o “mimimi” são as balas, a munição que o esquerdopata do Brasil de ontem, utiliza para provocar dor, choque, ódio, fúria, desalento, desesperança, loucura. Simplesmente porque só assim conseguirá retornar ao poder.

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