As lágrimas do chacal

Primeiro se presta a ser capanga da Esquerda, depois comanda com mão de ferro um campo de extermínio particular para eliminar patriotas, depois se mancomuma com a escória política que restou no poder, após isso zomba da lucidez, mina o próprio país, cospe na hierarquia, deforma a ética política que sobrava.

Engaveta projetos vitais à sociedade por puro devaneio de poder. Depois de tudo isso, Maia ainda teve coragem de soltar lágrimas de perversa emoção sobre o animal ferido que ele ajudou a abater: o Brasil.

Cuspiu na casa que ele usou como ferramenta de poder particular, soltou lágrimas que só um canalha tem a condição de derramar. Sua última imagem no poder será lembrada como a de uma hiena sádica que se debruça sobre um corpo deitado na savana, morto pelos dentes afiados de um predador sanguinário.

Entrou na vida pública pelo voto imbecil do povo carioca que não está nem aí para a sociedade brasileira como identidade e sai do poder cuspindo o fel que carrega dentro do intestino ácido e oportunista de quem respira poder e não humanidade, muito menos brasilidade.

Que mais esse canalha sirva de lição ao eleitor. Eleger gente que não presta é como dar um tiro no próprio filho antes dele vir ao mundo. 

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