O poder do trabalho e os chupadores da cana

Está aí, finalmente, esta geração começa a entender o que seus pais e avós diziam mas a Pátria Educadora desconstruiu: “O trabalho dignifica e não oprime”. Precisamos de um vírus chinês para entender que não se combate incêndio substituindo água com querosene.

O poder do trabalho transcende seu valor físico, ele é muito mais importante para recondicionar a mente. Vemos hoje pessoas completamente afogadas dentro de um lockdown criminoso, tentando sobreviver ao tormento de não poder mais produzir, principalmente os jovens construídos pelos mestres pistoleiros impregnados de conceitos filosóficos dementes.
Porque produzir não significa empilhar dinheiro, como os esquerdopatas vomitam o tempo inteiro no liquidificador social. O trabalho é um construtor de ética, um mestre de verdade, porque é autorregulador.

Aí você vê uma rataiada de concurso público enchendo as tripas de salgadinho na frente do computador e da TV em casa e achando que seu salário mais privilégios deliciosos estão nas gavetas do RH aguardando a chegada do fim de mês. Vê líderes se acovardando e se escondendo de balas mortais usando apenas o traseiro branco, enquanto enfiam o que sobrou da cabeça num buraco.

Você vê os tribunais e ruelas principescas de armadilhas como o Sistema Judiciário mais caro do planeta se deliciarem em ver cidades fantasmas lutando contra um fantasma comunista desenvolvido na China chamado Coronavírus, usando o pior do ser humano: a passividade.

Vê assembleias legislativas emendando feriado atrás de feriado enquanto seu país se mata para sustentar seus feriados intermináveis, como se dinheiro fosse uma dádiva dos céus e não tivesse origem. Para o socialista e para o parasita sempre foi assim: dinheiro público não tem dono porque não existe, então é de quem chegar primeiro.

Vê empreendedores gemendo de dor e preocupação com as contas no final de mês e passando o terror de serem apanhados pela polícia nazista de decisões canalhas adentrar o estabelecimento e sair com o “criminoso” algemado. Vê um STF e um Congresso medonho se retroalimentando de um povo como se sugasse uma baga de cana de açúcar, dispensando o bagaço num balde enquanto estica o braço longo para outra baga deliciosa.

O que me preocupa é que o cidadão vai, em algum momento, se revoltar contra tudo isso. Já se percebe algo assim. E vai sobrar para os chupadores de cana chuparem a si até o destino final: o balde ao lado.

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