O outro lado da lucidez – uma psicopatia

Você já se perguntou o que há no outro lado da lua? Sabe, aquele lado em que nunca aparece na luz, um lado escondido e completamente recheado de mistérios inexplicáveis, instigando em muitos uma jornada ao terror de si mesmo? Pois essa metáfora é a que me parece bem apropriada para o pensamento de muitas cabeças.

Como essas mentes conseguem ver a água correndo furiosa, ver o fogo queimando, ver o vento fluindo como louco, criminosos prostituindo crianças sob a tutela de pais covardes e destruindo tudo no seu entorno e conseguir tirar disso uma “pseudolucidez”, uma “farsa sofismática inabalável”. Essas pessoas são milhões! Gente que não consegue diferenciar uma montanha de uma borboleta, uma ação de cidadania de um atentado a bomba contra inocentes.

E aí entra um câncer em ação, muito mais letal que qualquer vírus: a estupidez do pensamento curto, reto, limitado, outras vezes alugado, mesmo vendo diante de si os fatos soarem como badalos de um sino gigantesco e barulhento.

Essa mistura de Deus e o Diabo como se fossem entidades de um jogo de xadrez em que, necessariamente teríamos que brincar com peças brancas e pretas para viver a grande magia da vida. A vida é muito mais complexa do que um jogo de xadrez. Essa capacidade desequililbrada de colocar o bandido e o policial, por exemplo, exatamente no mesmo lado, porque na cabeça do desnaturado mental, são substâncias idênticas e o facínora ganhando de imediato, o estatus de vítima, mesmo que sobre os restos de suas vítimas.

E voltamos à armadilha montada pelo ideário canhoto durante longos e quase infindáveis anos no poder e ver como seres humanos compraram com prazer o pensamento de esquecer das suas bases culturais milenares familiares para dançarem a valsa dos calhordas, o tango dos opressores, o samba dos desesperançados, o forró dos corruptos românticos.

Como alguém se submete tão facilmente ao ignóbil achando que está sendo inteligente e politicamente correto é um mistério que só os desalinhados mentais conseguem aceitar. O cérebro humano é uma Caixa de Pandora com cólicas permanentes. E fez bem a Esquerda ao copiar a fragilidade mental de muitos, porque destrói o viés familiar primeiro, separando permanentemente a fruta da raiz, para gerar outro fruto nuclear sem qualquer vínculo cultural com a origem de onde veio.Eis então um produto pronto do Esquerdismo Social: o idiota-necessário.

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