Quem afinal é genocida?

Uma das narrativas do Esquerdismo ou Globalismo ou Social-Comunismo é chamar um adversário qualquer de “genocida”, porque adora esta palavra. Aliás, o Esquerda vive mesmo na beirada de um precipício moral, porque faz ali seu lar mental com metade da casa na borda, outra no vazio. Por causa disso, se relacionar com o perigo e com algo devastador é algo comum.

Depois de milhões de mortes pelo planeta causadas pelo vírus chinês que atordoou o planeta, depois de um ataque devastador e incansável contra um tratamento precoce, mesmo vendo pessoas morrerem nos hospitais, nas UTIs, nos postos de saúde, nos estacionamentos de hospitais-fantasmas, um medicamento simples, conhecido, barato como a Ivermectina foi satanizado de forma tão contundente que deixa qualquer ser humano lúcido apavorado.

Segundo um artigo do World Tribune, escrito pelo médico e cientista norte-americano, integrante da Front Line Covid-19 Critical Care Alliance, dr. Pierre Kory, deixa explícita a responsabilidade da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a morte de, pelo menos, meio milhão de vidas. De certa forma, confirmando o conteúdo que este modesto jornalista aqui vem colocando nas mídias há muito tempo.

Diz ele textualmente “A organização sabia dos benefícios de medicamentos como a ivermectina. Segundo Kory, a OMS agiu de acordo com interesses particulares em beneficiar a vacina Big Pharma. “É criminoso. É literalmente criminoso.” A droga “poderia ter salvado meio milhão de vidas este ano se tivesse sido aprovada”, declarou o renomado médico. O termo foi cunhado pela Union of Concerned Scientists há 50 anos para descrever as estratégias que as corporações desenvolveram ao longo de décadas para “atacar a ciência quando ela vai contra seus interesses financeiros”.

E completa o cientista sem medo “Não consigo imaginar na história da indústria farmacêutica um interesse competitivo tão profundo e vasto quanto aquele que foi demonstrado contra a pequena ivermectina”, afirmou o Dr. Kory, acrescentando: “O interesse contra ela é realmente quase incalculável.”

Então, leitor, todo profissional, todo intelectual, todo militante, todo deputado e senador, todo professor, todo candidato a algo, todo otário que replica nas redes sociais fakes e sofismas, todo jurista que não transcendeu é ele o verdadeiro genocida. O responsável por milhões de mortes, como se, guardadas as devidas proporções e contextos culturais, Auschwitz-Birkenau, Treblinka, Sobibór, Dachau, abrissem seus portões de súbito novamente, impunes aos milhões de judeus exterminados na Segunda Grande Guerra, talvez a maior chaga que o planeta tem para ser cicatrizada. E que nunca seja esquecida mesmo!

Os piores campos de extermínio são os mentais, porque contra eles não existe defesa de outra direção que não seja de dentro pra fora.

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