Poesia para um arqui-pintor

“Traços, retas que se encontram, ou não

Geometrias, geometricamente pinceladas

Desenhadas não pelo artista só, mas pelo que ele carrega

E é aí que o artista sublima, quando dentro cintila

Na mão seu pincel não carrega só cores

Mas paixões, fugas, olhares, amores

E na sua entrega cristalizada na tela

No outro lado dela, alguém centelha e arrepia

E o artista faz então arder, onde nada ardia”.

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