Pois é, Zé

Pois é, Zé… Quando você disse “E ehô, vida de gado”, pensei que retratavas a Esquerda apenas, mas parece que fazias parte do rebanho também.

Quando estavas entre a “Serpente e a Estrela”, não imaginava que querias mesmo é ser serpente.

Quando quisestes riscar o “Chão de Giz”, nem por um segundo pensei que querias apenas pichar o amor e a inteligência social com uma pitada de hipocrisia e fúria.

Quando imaginavas uma “Vila do Sossego” era a tua bolha apenas e não uma utopia poética.

Nunca considerei que teu velho “Avohai” poderia morrer de vergonha na eternidade.

Jamais supus que querias mesmo é ser “Garoto de Aluguel” do Foro de São Paulo. Mas, infelizmente, o és! Senão não teria sido tão calhorda com o Sergião, por ele amar o teu país muito mais do que você, cabra.


Que você iria cuspir na cara do Nordestino ao sujar seu destino sendo capacho partidário, nunca me passou pela cabeça. O “Bicho de Sete Cabeças” enfim, matou todas as que amavam a pátria.

Que irias cuspir na seca esturricada do agreste sendo capanga ideológico do vil. Enfim, que você iria trair o Brasil.

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